BELO HORIZONTE DÉCADA DE 70
Essa empresa adquiriu esta linha na compra da Auto Viação Padre Eustáquio em 1973 num total de 4 linhas. Em 1982 com o novo sistema, a linha 12 foi unificada à linha 52 criando a diametral 2401 Cachoeirinha/São José. Em 1997 nova alteração na numeração passando para 8401.
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quarta-feira, 9 de setembro de 2015
domingo, 6 de setembro de 2015
SÃO BERNARDO ÔNIBUS LTDA - BELO HORIZONTE - MG - BR.
BELO HORIZONTE DÉCADA DE 70.
Caio da extinta Empresa São Bernardo, que operava várias linhas na região norte de BH. A linha 127 foi criada em 1969 com cinco veículos. Em 1982 com a criação do novo sistema de transporte, a linha 127 teve seu número alterado para 2211A padronizado na cor vermelha onibus semi expresso. Em 2014 com a criação do sistema Move (BRT) houve nova alteração e o bairro passa a ser atendido pela linha 717 com baldeação na estação Pampulha.
Caio da extinta Empresa São Bernardo, que operava várias linhas na região norte de BH. A linha 127 foi criada em 1969 com cinco veículos. Em 1982 com a criação do novo sistema de transporte, a linha 127 teve seu número alterado para 2211A padronizado na cor vermelha onibus semi expresso. Em 2014 com a criação do sistema Move (BRT) houve nova alteração e o bairro passa a ser atendido pela linha 717 com baldeação na estação Pampulha.
domingo, 30 de agosto de 2015
VIAÇÃO VENDA NOVA LTDA LINHA 71 - BH - MG. - BR.
Veneza motor Cuminns da extinta Viação Venda Nova Ltda com um ramal da também extinta linha 71. Em 1982 com o novo sistema a Vila Clóris para a ser atendida pela linha 2211B onibus semi expresso padronizado na cor vermelha. No ano de 2014 cria-se o sistema Move o bairro passa a ser atendido pela linha 707 com baldeação na estação São Gabriel.
sábado, 22 de agosto de 2015
Empresa Barreiro de Cima Ltda Linha 114 - BH - MG - BR.
domingo, 16 de agosto de 2015
Viação Tôrres Ltda - Belo Horizonte-MG. BR.
domingo, 9 de agosto de 2015
Viação Vilucas Ltda - Belo Horizonte-MG BR.
Metropolitana da extinta Viação Vilucas. No final dos anos 70 essa
empresa foi comprada pela Viação Evangelistana, que por sua vez foi
adquirida pela Viação Torres no início dos anos 80. Em 1982 essa linha
foi unificada com o ramal da linha 18 Cercadinho criando a diametral
1209 Cercadinho/Renascença. Posteriormente o itinerário foi deslocado
até o bairro Buritis. Atualmente essa linha tem o numero 8203
Renascença/Buritis.
quinta-feira, 6 de agosto de 2015
Carroceria Cermava
Fundada em novembro
de 1949, no Rio de Janeiro (RJ), a Companhia Autocarrocerias Cermava
teve importante participação ao longo das duas décadas seguintes no
mercado brasileiro de carrocerias de ônibus. Logo após sua criação a
empresa foi adquirida pela paulista Caio. (José Massa, fundador da Caio,
participou da primeira administração da Cermava como Diretor
Superintendente e, desde 1955, como Presidente.) Foi nas instalações da
Cermava que, em ousado lance de pioneirismo, a partir de 1953 a Caio
fabricaria chassis com motor traseiro sob licença da italiana Siccar.
Tal vinculação entre as duas empresas ocasionou, por vezes, certa
semelhança estética e estrutural entre seus produtos, especialmente no
início dos anos 60.
Como todas as encarroçadoras cariocas de então, também a Cermava iniciou suas atividades produzindo lotações e micro-ônibus sobre chassis importados. Já em 1955, porém, a empresa se anunciava como produtora de “estruturas metálicas para todos os tipos de ônibus“, inclusive “micro, papa-filas e troley-bus“. Em 1957 apresentou uma versão rodoviária (“para ligações interestaduais e intermunicipais“) sobre chassi FNM 9500 A, trazendo duas características inéditas em nossos ônibus: as largas janelas laterais corrediças, que mais tarde passariam a ser o padrão da indústria (os modelos urbanos ainda utilizavam janelas de abaixar, tipo guilhotina) e o teto em dois níveis, conceito que seria relançado com grande sucesso pela Nielson em 1961. Em 1960 a Cermava já se consolidara como fabricante de veículos de qualidade, reconhecidamente sólidos e resistentes. Naquele ano inaugurou novas instalações e modernizou sua linha, agregando às novas carrocerias janelas duplas, de correr (inclinadas nos modelos rodoviários), para-brisas dianteiros panorâmicos e faróis duplos. Poucos anos depois, em 1965, ao decidir concentrar a atuação em São Paulo, a Caio se desfez da participação na fábrica carioca.
Com a crescente sofisticação introduzida nos
ônibus rodoviários pela concorrência, a participação da Cermava no
segmento de longa distância, que nunca foi significativa, se reduziu
ainda mais. O modelo urbano, no entanto, teria vida longa, passando por
sucessivas atualizações estéticas ao longo da década de 60, sempre
mantendo a silhueta acentuadamente arredondada (porém bem proporcionada)
da marca, especialmente na traseira e na curvatura do teto. Em 1963
ganhou nova frente e para-brisas maiores e, logo a seguir, janelas
inclinadas em toda a linha e para-brisas dianteiros ainda mais altos e
com menor curvatura lateral. Em 1966 o bem resolvido desenho de sua
carroceria alcançou o melhor momento, graças à nova traseira com amplos
para-brisas e à peça de fibra-de-vidro envolvendo a grade e os faróis
duplos. Em 1968, um anti-clímax com o lançamento do modelo Frente Nova
(faróis retangulares e grade de barras horizontais delgadas, encimada
por uma larga tela de alumínio de baixa qualidade). Este modelo foi
retocado em 1970, quando teve aliviada a infeliz estilização anterior,
esforço auxiliado pelo retorno dos faróis duplos e pela substituição da
tela de alumínio expandido por barras horizontais.
Embora apresentasse um produto de qualidade, a Cermava, empresa de pequeno porte, não aproveitou o crescimento de mercado nos anos 60 para modernizar suas instalações, processos industriais e veículos, vindo a sofrer fortemente os efeitos da crise que quase destruiu o setor no final da década. Para agravar o cenário, em meio a uma disputa de herança pela morte do proprietário, em fins de 1968 a fábrica foi tomada por um incêndio. A produção foi drasticamente reduzida: de 440 ônibus em 1967 (417 urbanos, terceiro maior produtor do país, junto da Eliziário), caiu para apenas 160 em 1970. Assim, em outubro daquele ano, com a fabricação reduzida a menos de 20 carrocerias mensais, a empresa – até recentemente líder de mercado no Rio de Janeiro – entrou em concordata.
Na tentativa de ocupar sua mão-de-obra, que já fora reduzida á metade, por encomenda da Construtora Camargo Corrêa fabricou, ainda em 1970, um papa-filas para o transporte de trabalhadores no canteiro de obras da hidrelétrica de Ilha Solteira. Montado sobre semi-reboque Fruehauf e tracionado por um cavalo mecânico Mercedes-Benz LP331, o conjunto, com 18 m de comprimento e capacidade para 238 passageiros, foi anunciado como o primeiro de uma série. Apesar de ter sido também sugerida sua aplicação militar, para o transporte de tropas, um único exemplar foi construído. Em 1971 a Cermava conseguiu ainda alguma recuperação (229 carrocerias, das quais 190 urbanas), não logrando, porém, acompanhar os índices do setor e continuando a perder posições relativas (8º – e penúltimo – produtor nacional, com 5% do mercado, contra 5º lugar em 1967, com 11%). Finalmente, no último trimestre de 1971 a empresa decidiu encerrar a fabricação. Antes do final do ano, no entanto, a Metropolitana adquiriu suas instalações e, valendo-se do prestígio da marca Cermava, retomou a produção, que logo alcançou 30 unidades mensais.
Novo modelo foi apresentado em 1972. Numa época em que a indústria de carrocerias embarcava na moda do teto plano, a Metropolitana lançou mão de uma solução engenhosa para modernizar, sem grandes investimentos, o estilo ultrapassado da Cermava: no alto das janelas laterais instalou “bandeiras” de vidro curvo que, ao mesmo tempo que aumentava a visão externa para os passageiros de pé, não exigia alterações na estrutura do ônibus nem a enfraquecia, como freqüentemente ocorria nas casas fabricantes tecnicamente menos preparados. Disponível também para montagem sobre chassis e plataformas com motor traseiro, este modelo foi batizado Copacabana.
A compra da Cermava dotou a Metropolitana – que até então só fabricara carrocerias de alumínio – de toda uma linha de produção de estruturas de aço. Ao renovar seu modelo urbano em 1973 (ao qual deu o nome Ipanema), a Metropolitana lançou-o em duas versões: com carroceria em aço estampado ou em perfis de alumínio. A versão em aço foi chamada Cermava Copacabana. Em 1975 a Caio adquiriu o controle da Metropolitana, desativando a marca Cermava. Estima-se que, até sua transferência para a Metropolitana, a empresa carioca tenha fabricado pouco mais de 6.000 unidades.
Como todas as encarroçadoras cariocas de então, também a Cermava iniciou suas atividades produzindo lotações e micro-ônibus sobre chassis importados. Já em 1955, porém, a empresa se anunciava como produtora de “estruturas metálicas para todos os tipos de ônibus“, inclusive “micro, papa-filas e troley-bus“. Em 1957 apresentou uma versão rodoviária (“para ligações interestaduais e intermunicipais“) sobre chassi FNM 9500 A, trazendo duas características inéditas em nossos ônibus: as largas janelas laterais corrediças, que mais tarde passariam a ser o padrão da indústria (os modelos urbanos ainda utilizavam janelas de abaixar, tipo guilhotina) e o teto em dois níveis, conceito que seria relançado com grande sucesso pela Nielson em 1961. Em 1960 a Cermava já se consolidara como fabricante de veículos de qualidade, reconhecidamente sólidos e resistentes. Naquele ano inaugurou novas instalações e modernizou sua linha, agregando às novas carrocerias janelas duplas, de correr (inclinadas nos modelos rodoviários), para-brisas dianteiros panorâmicos e faróis duplos. Poucos anos depois, em 1965, ao decidir concentrar a atuação em São Paulo, a Caio se desfez da participação na fábrica carioca.
Embora apresentasse um produto de qualidade, a Cermava, empresa de pequeno porte, não aproveitou o crescimento de mercado nos anos 60 para modernizar suas instalações, processos industriais e veículos, vindo a sofrer fortemente os efeitos da crise que quase destruiu o setor no final da década. Para agravar o cenário, em meio a uma disputa de herança pela morte do proprietário, em fins de 1968 a fábrica foi tomada por um incêndio. A produção foi drasticamente reduzida: de 440 ônibus em 1967 (417 urbanos, terceiro maior produtor do país, junto da Eliziário), caiu para apenas 160 em 1970. Assim, em outubro daquele ano, com a fabricação reduzida a menos de 20 carrocerias mensais, a empresa – até recentemente líder de mercado no Rio de Janeiro – entrou em concordata.
Na tentativa de ocupar sua mão-de-obra, que já fora reduzida á metade, por encomenda da Construtora Camargo Corrêa fabricou, ainda em 1970, um papa-filas para o transporte de trabalhadores no canteiro de obras da hidrelétrica de Ilha Solteira. Montado sobre semi-reboque Fruehauf e tracionado por um cavalo mecânico Mercedes-Benz LP331, o conjunto, com 18 m de comprimento e capacidade para 238 passageiros, foi anunciado como o primeiro de uma série. Apesar de ter sido também sugerida sua aplicação militar, para o transporte de tropas, um único exemplar foi construído. Em 1971 a Cermava conseguiu ainda alguma recuperação (229 carrocerias, das quais 190 urbanas), não logrando, porém, acompanhar os índices do setor e continuando a perder posições relativas (8º – e penúltimo – produtor nacional, com 5% do mercado, contra 5º lugar em 1967, com 11%). Finalmente, no último trimestre de 1971 a empresa decidiu encerrar a fabricação. Antes do final do ano, no entanto, a Metropolitana adquiriu suas instalações e, valendo-se do prestígio da marca Cermava, retomou a produção, que logo alcançou 30 unidades mensais.
Novo modelo foi apresentado em 1972. Numa época em que a indústria de carrocerias embarcava na moda do teto plano, a Metropolitana lançou mão de uma solução engenhosa para modernizar, sem grandes investimentos, o estilo ultrapassado da Cermava: no alto das janelas laterais instalou “bandeiras” de vidro curvo que, ao mesmo tempo que aumentava a visão externa para os passageiros de pé, não exigia alterações na estrutura do ônibus nem a enfraquecia, como freqüentemente ocorria nas casas fabricantes tecnicamente menos preparados. Disponível também para montagem sobre chassis e plataformas com motor traseiro, este modelo foi batizado Copacabana.
A compra da Cermava dotou a Metropolitana – que até então só fabricara carrocerias de alumínio – de toda uma linha de produção de estruturas de aço. Ao renovar seu modelo urbano em 1973 (ao qual deu o nome Ipanema), a Metropolitana lançou-o em duas versões: com carroceria em aço estampado ou em perfis de alumínio. A versão em aço foi chamada Cermava Copacabana. Em 1975 a Caio adquiriu o controle da Metropolitana, desativando a marca Cermava. Estima-se que, até sua transferência para a Metropolitana, a empresa carioca tenha fabricado pouco mais de 6.000 unidades.
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